sábado, 30 de abril de 2011

Avião movido a energia solar tentará seu 1º voo internacional

A equipe do avião experimental Impulso Solar HB-SIA vai executar o primeiro voo internacional na próxima semana. A decolagem será da Suíça com destino ao aeroporto de Bruxelas, na Bélgica, informaram os coordenadores do projeto.

O Solar Impulse entrou para a história da aeronáutica em julho de 2010, depois que realizou um voo inaugural de 24 horas sem interrupção, usando apenas os painéis solares e suas baterias.

O protótipo vai partir na data de 2 de maio se as condições meteorológicas permitirem.

Fonte: Folha Online

Depois de tantas notícias sobre desmatamento, novos buracos na camada de ozônico, animais mortos e etc... surge uma notícia boa como essa, um avião que, sem ser pelas suas peças, não polui. É de coisas como essas que precisamos para impedir o avanço da poluição e do aquecimento global no mundo.

Recessão provoca corte recorde nas emissões de CO2 da Europa

A recessão provocou uma redução recorde de 7,2% nas emissões de gases do efeito estufa da União Europeia em 2009, colocando o bloco à frente do cronograma planejado de cortes, indicaram dados europeus na quarta-feira.

"A força da recessão de 2009 afetou todos os setores econômicos da UE," disse em relatório a Agência Ambiental Europeia, com sede na Dinamarca. "O consumo de combustíveis fósseis caiu em comparação com o ano anterior, principalmente o de carvão."

As emissões de gás-estufa no bloco de 27 nações caíram do equivalente a 4,96 bilhões de t de dióxido de carbono em 2008 para 4,60 bilhões em 2009, de acordo com um relatório técnico apresentado para o Secretariado de Mudança Climática da Organização das Nações Unidas (ONU).

Essa queda de 7,2% - de 354 milhões de toneladas ou quase o mesmo tanto que as emissões anuais da Espanha ou da Polônia - foi bem mais acentuada do que qualquer outro declínio desde 1990, quando os países ricos começaram a reunir os dados seguindo tratados da ONU.

O relatório não informou o quanto as emissões poderão voltar a crescer com o retorno do crescimento econômico em 2010, mas disse: "A recessão em 2009 acelerou, temporariamente, a tendência de baixa nas emissões totais de gás-estufa."

A redução, ampliando os cortes pelo quinto ano consecutivo, deixa as emissões 17,6% abaixo dos 5,59 bilhões de t emitidos no ano-base da ONU de 1990 e perto do objetivo unilateral europeu de cortar as emissões em 20 por cento abaixo dos níveis de 1990 até 2020.

A UE havia dito que aumentaria o corte para 30%, caso outros países industrializados estabelecessem metas dentro de um futuro tratado da ONU para evitar mais enchentes, secas e elevação do nível dos oceanos.

No mês passado, sete países da UE, incluindo Alemanha e Grã-Bretanha, defenderam que o bloco aprofunde a meta para 2020. A comissária da UE para a Mudança Climática, Connie Hedegaard, apresentou uma estratégia apontando um caminho de baixo custo para um corte de 25% até 2020.

Fonte: Terra

Por mais que seja uma boa notícia, é um pouco insignificante. Com todos os planos e estratégias ecológicas que eles dizem ter a emissão só baixou em 7,2% e o grande motivo disso foi a recessão de 2009, não parece muito bom.

Poluição já afeta 60% dos ambientes selvagens da Europa, diz estudo

Uma pesquisa da Universidade de York, no Reino Unido, mostra que a vida selvagem europeia não tem para onde correr diante da poluição. Formas reativas do elemento nitrogênio já afetam 60% das áreas selvagens do continente.

Emissões vindas de carros, fábricas e da agricultura estão afetando a vegetação de campinas naturais, florestas e outros ambientes, informa a rede britânica BBC.

O primeiro efeito dessas formas de nitrogênio é deixar o solo mais ácido do que o normal. O outro, paradoxalmente, é tornar o solo fértil -- fértil demais.

Ocorre que, quando o solo é artificialmente fertilizado dessa maneira, quem mais se beneficia são espécies-praga, em geral gramíneas e arbustos, que sufocam as outras plantas e diminuem a biodiversidade natural. 

Fonte: Folha

Florestas inteiras  são desmatadas para a construção de fábricas, casas, condomínios, e etc. Quando restar somente alguns animais de cada espécie o governo ira criar uma área de proteção ou alguma coisa do tipo e dizer que seu papel está cumprido.

Novo estudo prevê fim das geleiras de verão no Ártico em 2016

Cientistas que haviam previsto o derretimento das geleiras durante os verões no Ártico em 2013 passaram a projetar essa ocorrência para daqui a mais alguns anos, ainda nesta década, provavelmente em 2016, com margem de erro de três anos para mais ou para menos.

O cientista Wieslaw Maslowski e equipe trabalharam com um novo modelo de computador que identificou a data "estimada" como sendo 2016. A previsão original, feita em 2007, gerou uma onda de críticas quando se anunciou 2013 como o ano do derretimento.

O novo modelo --apresentado no encontro anual da EGU (União Europeia de Geociências, na sigla em inglês) -- é projetado para reproduzir interações do mundo real, cruzando informações sobre o oceano Ártico, a atmosfera, o gelo e os rios que deságuam no mar.

"Desenvolvemos um modelo regional do clima do Ártico que é muito parecido com os modelos de mudança climática do IPCC [Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas]", disse Maslowski, que trabalha na Escola de Pós-Graduação Naval, em Monterey, na Califórnia, à BBC News.

"No passado (...), projetávamos o futuro presumindo que as tendências poderiam persistir, como foi observado em tempos recentes", explica o cientista. "Agora podemos fazer um modelo completo de cruzamentos para o passado e o presente, e ver uma previsão para o futuro quanto ao gelo do mar e o clima ártico."

"Não estou tentando ser alarmista nem dizer que 'prevemos o futuro porque temos uma bola de cristal'", explica Maslowski. "Estamos tentando fazer com que os políticos e as pessoas percebam que o gelo de verão (do Ártico) pode sumir até o fim da década."

GELO

Um dos ingredientes mais importantes do novo modelo é a informação relativa à espessura do gelo que flutua no mar.

Satélites são cada vez mais capazes de detectar essa espessura, geralmente a partir da medição de quão acima da superfície marítima está a geleira, e indicar a profundidade do gelo.

A inclusão dessa estimativa no modelo de Maslowski foi um dos fatores que o forçou a rever a projeção de 2013, que levantou suspeitas e críticas quando anunciada em uma reunião quatro anos antes.

Desde um derretimento particularmente expressivo ocorrido em 2007, uma grande proporção do Ártico tem sido coberta por uma camada de gelo fino, que é formada durante uma única estação e é mais vulnerável a mudanças sutis de temperatura do que o gelo grosso.

Mesmo levando esse dado em consideração, a data projetada por Maslowski é anterior à prevista por outros cientistas. Um deles, Walt Meier, do Centro de Informações de Neve e Gelo dos EUA, no Colorado, diz que o comportamento do gelo marinho se torna menos previsível à medida que se torna mais fino.

"O modelo [de Maslowski] é bastante bom, tem bastante precisão e captura detalhes que estão perdidos em modelos climáticos globais", diz.

"Mas 2019 [prazo citado por Maslowski, somados os três anos da margem de erro] é daqui a apenas oito anos. Há modelos mostrando que [as datas prováveis do derretimento são por volta de] 2040 ou 2050, e ainda acredito nisso", acrescenta. "Ficaria muito surpreso [se o derretimento de verão] ocorresse em 2013. Menos surpreso se ocorresse em 2019."

2007

O derretimento drástico de 2007 foi o maior já registrado pelos satélites, ainda que nos anos seguintes a perda de gelo foi inferior à média de longo prazo.

Alguns pesquisadores, porém, acreditam que o derretimento de 2010 se tornou tão marcante quanto o de 2007, já que as condições climáticas no ano passado estavam mais favoráveis à durabilidade do gelo.

Ainda que muitos cientistas do clima e ambientalistas estejam seriamente preocupados com o futuro do gelo ártico, para outras partes da sociedade e dos governos o derretimento traz desafios e oportunidades.

Os governos da Rússia e do Canadá, por exemplo, estão de olho nas possibilidades de mineração no pólo Norte e o Exército dos EUA expressou preocupação em perder parte de sua defesa na fronteira do norte durante o verão ártico. 

Fonte: Folha

É impressionante como o ser humano, mesmo sabendo de possíveis catástrofes, nem se importa, só quer saber de coisas para si mesmo. Somente quando praticamente não existirem mais geleiras que alguém vai pensar em fazer alguma coisa.